Santa Inês, a terra dos dinassauros, mantém suspensas visitas ao DinoVale Cidade é conhecida pelas réplicas em tamanho natural dos animais dizimados há 65 milhões de anos

A interrupção provocada pela necessidade de distanciamento social não teve impacto apenas sobre os destinos turísticos mais procurados do estado, como Salvador, Porto Seguro, Morro de São Paulo e Lençóis, entre outros.

Outros destinos menos procurados, mas com planos de disputar mercado, como o município de Santa Inês, a 216 quilômetros de Salvador, terá de aguardar para ampliar a visitação de seu DinoVale.

Trata-se de uma área onde se podem apreciar réplicas de dinossauros, antes da provável colisão com um asteroide tê-los dizimado há 65 milhões de anos. Tão logo cesse o isolamento, será possível planejar a visita ao local turístico, por meio de caminhada ao ar livre, mas o prazo depende do fim do distanciamento.

A ideia é utilizar bem a imaginação, sempre com base anterior na ciência – paleontologia – como ponto de partida para a reinvenção de espécimes, com destaque para 27 dinossauros brasileiros.

A proposta, de acordo com divulgação da prefeitura de Santa Inês, voltada para o turismo, é também produzir conhecimento através das esculturas, servindo com aprendizado didático para alunos, visitantes, entre outros grupos sociais.

Em cada um dos dinossauros há informações de como viviam, do que se alimentavam, entre outras definições. A ideia é produzir cenas similares às reais, da forma como os dinossauros habitavam, por isso as peças serão produzidas com movimento e ações.

Além de tornar-se conhecida como a morada da pré-história, Santa Inês promove um festival de cultura, mas a data de janeiro próximo ainda não está confirmada, assim como a chegada de novos dinossauros para o DinoVale.

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